Fique a vontade, pegue seu café e servia-se de "historias""

A arte da vida consiste em fazer da vida uma obra de arte. (Mahatma Gandhi)
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sexta-feira, outubro 05, 2012

E voce já teve um amigo imaginario? Parte 2


Fonte:  http://www.psicologia.org.br/internacional/ap24.htm
Lembretes para os pais de crianças com "amigos imaginários":

· Os pais não devem dar muita importância a este acontecimento. Se ele persistir até à pré-adolescência então, nesse caso, é interessante consultar um profissional de saúde.
· Os pais devem saber que ter "amigos imaginários" é algo perfeitamente comum entre crianças de 3 aos 6 anos de idade.
· Os pais devem saber que esta é uma demonstração das capacidades da criança para explorar e expandir a sua imaginação e criatividade.
· Os pais devem saber que, muitas vezes, estes amigos são usados para lidar com sentimentos como a raiva ou a inveja.
· Os pais devem saber que as crianças podem usar estes amigos para praticarem o que é ser e ter um amigo.
· Os pais devem saber que uma das grandes vantagens destes amigos especiais é que, se os pais ouvirem as conversas das crianças com eles, poderão ser capazes de descobrir alguns dos medos das crianças e alguns conflitos.
· Os pais devem saber que uma vez que o amigo imaginário também é um confidente, a criança fala com ele dos seus medos, por exemplo, o receio de que alguém a maltrate, ou que não simpatize com ela, ou de algum tipo de inadaptação, ou perda que ninguém tenha notado e que era tão importante para a criança.
· Os pais devem saber que a descoberta precoce deste, e de outro tipo de acontecimento, poderá ser determinante para proteger ou ajudar a criança.
· Os pais devem saber que quando a criança pratica o solilóquio e ficar mais exacerbada devem estar atentos e falar com a criança, acalmando-a.
· Os pais devem saber que é bom temporariamente perguntarem às crianças se realmente acreditam que estes amigos existem.
· Os pais devem saber que quando uma criança defende vigorosamente a sua existência, no fundo, saberá que é uma brincadeira.
· Os pais devem saber que tudo tem de ter certos limites, mas não há dúvidas de que estes amigos são importantes para as crianças. E, perante elas, devemos tratá-los com respeito.
· Os pais devem saber que não vale a pena lutarem contra isto, pois que, não ajuda e pode fazer com que a criança se isole e se sinta diferente, o que não é benéfico.
· Os pais devem saber que é bom tratar o tema com naturalidade e até tomar parte desse mundo da criança. Incluí-los na vida familiar, como se tratasse de um jogo. Sempre respeitando a faixa etária da criança, os pais não podem frustra-la, chamando-a de tola, maluca, etc. Devem brincar acreditando que o "amigo imaginário" e mais um ser da família. É uma excelente maneira de chegar à criança e estreitar os laços entre pais e filhos.
· Os pais devem saber que quando a criança se sente mais segura e madura, algo que deve acontecer até aos sete ou oito anos, diz adeus a estes "amigos imaginários", momento em que guardará uma lembrança carinhosa dessa sua etapa etária.
· Os pais devem saber que a ajuda de um Psicólogo deve ocorrer quando a criança apenas quer estar sozinha com esse seu amigo imaginário, evitando o contato com os outros, ficando limitada e criando conflitos, isto é, alterando o seu normal inter-relacionamento com o meio e com os outros, algo de que a criança precisa para o seu desenvolvimento.

Segundo Jerome L. Singer, professor do Departamento de Psicologia da Universidade de Yale, a imaginação é uma capacidade básica da espécie humana para criar imagens, fantasias e pensamentos. O estudo de crianças de brincar de "faz de conta" dá pistas valiosas acerca da arquitetura básica da mente infantil, uma vez que se trata de uma manifestação da capacidade para transcender o pensamento do que é o mundo aqui e agora, e pensar no mundo tal como poderá ser.

Outros especialistas afirmam que, assim que esta fase começa, as crianças também são capazes de reconhecer o "faz de conta" nos outros. E mostram um rico e mais variado vocabulário, uma habilidade crescente para se distraírem.

Por isso, se um for encontrada a criança brincando, ou tomando as refeições animadamente com "alguém" sentado à frente dela, relaxe, não se sente no lugar dessa "pessoa", não desfaça nem diga que não existe. É perfeitamente natural. O "fazer de conta" é sinal de que a criança está desenvolvendo a sua imaginação. Num mundo imaginário, a criança testa os seus limites. E isso quer dizer que está crescendo de um modo saudável.

A maioria das crianças reconhece a diferença entre fantasia e realidade sem a ajuda dos pais. E não faz mal incentivar o desenvolvimento da imaginação dos mais pequenos.

Especialistas em Desenvolvimento da Criança dão algumas idéias aos pais.

Comprem brinquedos e materiais versáteis, que possam ser usados de maneiras variadas.

Proporcione-lhes material para desenvolverem as suas fantasia. Quando estão brincando de fazer comidinha ou de ser o dono de uma mercearia, por exemplo, precisam ter sacolas e algumas caixas de comida vazias.

Forneça-lhes fita adesiva em quantidade. É indispensável para construir casas com cartões e caixas.

Encoraje-os a brincar com massinha de boa qualidade que não seja tóxica, argila e areia. Estes materiais maleáveis têm um efeito calmante. As crianças podem usá-los todos os dias, de modo diferente, para criarem e controlarem as suas brincadeiras de "faz de conta".

Não controle as brincadeiras, deixe que sejam crianças.

Não insista em intervir nas brincadeiras das construções infantis.

Se as crianças pretendem construir uma fortaleza debaixo da mesa da sala de jantar, os pais, de forma cautelosa e sem quebrar-lhe a inspiração, devem sugerir que a construa num lugar que não importunará ninguém, principalmente se tiver necessidade de permanecer por alguns dias.

Não comprem muitos brinquedos.

Comprem-nos com a presença da criança sem impor-lhe o brinquedo. Quando as crianças têm de procurar objetos para as suas brincadeiras, a imaginação voa.

Comprem brinquedos em épocas certas, isto é aniversário, dia da criança e festas de fim de ano. O abuso na compra gera consumismo e o valor educativo do brinquedo perde o efeito.

Muitos pais, quando eram crianças de família pobre, não podiam ter brinquedos a vontade e quando adultos compram brinquedos sofisticados, muito mais para eles adultos brincarem do que seus filhos. É um erro crasso.

Ensinar a criança a preservar o brinquedo e a tê-los em ordem, arranjando-lhe um local e recipiente apropriado para guarda.

Lembrar-se que o brinquedo é como o remédio, que tem o seu uso certo, na idade correta e adequada.

PÍLULA DA FRATERNIDADE
PAIS AUTÊNTICOS SÃO AQUELES QUE NÃO VÊEM SEUS FILHOS COMO SERES CRIADOS A IMAGEM E SEMELHANÇA DO SEU TALANTE, MAS QUE SÃO SERES INTELIGENTES E COMO TAL DEVEM SER VISTOS E RESPEITADOS COMO CRIATURAS DE DEUS.

E voce já teve um amigo imaginario? - Parte 1

Essa semana fui confrontada com uma pergunta de uma amiga: "Amigo imaginario, é normal?"
Já tinha ouvi por alto que é fase da criança. Mas como eu nao tinha plena certesa do que eu tava falando eu fui pesquisar.
Primeiro: Para com essa ideia que tem uma "anjinho" perto, ou outra coisa. Nao! Nao me estressa, é um jeito de mostrar que o cerebro esta sendo desenvolvido com perfeiçao. Voce nao lembra que voce cantava sozinho? Falava sozinho? Brincava sozinho? Colega na boa eu me lembro... Era super comum... Nao sei se é minha imaginaçao flutuando mas vou perguntar para minha mae.
Voltando a pesquisa:
Jeová ele fez o nosso organismo cheio de valvulas de escape. E nao vem me dizer que criança nao se estressa, ou tem depressao que é mentira. Pois é, o nosso corpo tem funçoes que agente desconhece. Quando voce fica nervoso e seu coraçao dispara, para voce nao morrer duro no chao, o organismo produz valvulas, como:
- Pressao alta
- Taquicardia
- Arritimia
Sao doenças porem sao maneiras do organismo falar o que voce precisa fazer, é por isso que ele se chama "organismo" (organizaçao).
O corpo começa a se organizar de pequeno: ansiedades, medos, descobertas, sao coisas novas e loucas para nossos bebes, pro cerebro se organizar ele cria um mundo imaginario. A criança pode fazer isso dos 2 anos aos 6 anos de idade. Passando disso ai vem a nescessidade de um psicologo para avaliar o que acontece, porem aos 7 anos coisas vao acontecer com eles que eles mesmo vao dizer adeus aos amiguinhos.
Talvez eles se apeguem a um objeto, um brinquedo, mas talvez eles falam sozinhos. Nao se desesperem, nao ache que voce teve um nenem lelele da cuca!!! hehehe... vou colocar uma parte de uma materia e o link se voces quiserem ler sobre o assusnto inteiro!
É muito interessnte, porem o que posso aprender é... interaja com eles... Nao trate eles com indiferença brigando ou chingado só porque voce nao tem imaginaçao e nao ve o "amiguinho".
Dicas do psicologo abaixo... Beijos!
 
Este tipo de "amigo invisível", ou "imaginário" ajuda as crianças a lidarem com as ansiedades normais do seu crescimento. Pode ser uma grande ajuda, desde que não se ultrapassem certos limites.

Há vários fatores que podem influenciar o aparecimento destes "amigos especiais". Eles podem aparecer quando a criança passa por momentos de estresse ou de ansiedade, como por exemplo, quando um amigo muda de escola ou vai morar em outra cidade, e então a criança pode substituí-lo por um amigo imaginário.

No caso das saudades de um ser querido, poderá substituí-lo, durante algum tempo, por um amigo imaginário, que contribuirá para que a angústia da separação não seja tão brusca e traumática, deixando que o tempo faça o resto.

domingo, setembro 23, 2012

Quem me conhece?

Mae, blogueira, mal-humorada, engraçada, bipolar!!! heheh… Trabalhadora e muito sonhadora.
Amante!
Amo a vida, minha familia que inclui meu filho, marido e todos as outras pessoas que tem o mesmo sangue doce como o meu! Amo Deus meu senhor Jeová, que me atura por todos pecado que se passam na minnha cabeça todo dia, por me dar força para sempre continuar e querer sempre mais.
Feliz!
Por descobri a vida, ver que amor de mae e filho ultrapassa algo carnal e so um sorriso cura a alma. Feliz por trabalhar e sempre gostar mais e mais do que faz. Feliz por encantar as pessoas e ser encantada por elas e acreditar nelas quando elas mesma nao acredita e feliz por sempre fazer elas rir mesmo que seja por imitar a “Beyonce” no meio do dia!
Louca!
Por querer ser louca, por tentar enloquecer os outro
e por fim
Curiosa
D+, por tudo e querer compartilhar com cada um que me envolver com um sorriso me incentivando: “conta mais!”
Boa semana que começa!

quinta-feira, agosto 30, 2012

Porque ler?–Part 2

Segue uma reportagem que encontrei e é legal para conhecimento.

Bjinhos

http://revistapaisefilhos.com.br/revista/edicoes/na-cabeceira-do-berco

Leia para o seu filho antes mesmo de ele nascer

Já pensou em ler para o seu recém-nascido? Pode ser muito bom!

Talvez nunca tenha passado pela sua cabeça ler um livro para um recém-nascido. E muito menos para o bebê que ainda nem saiu da sua barriga. Não importa se ele não entende o significado das palavras, os benefícios vão muito além disso.
por Mariana Setubal, filha de Paulo e Cidinha
Você está sentada ao lado de um berço, num quarto quase escuro, lendo em voz alta um conto de fadas que adorava quando pequena. Na sua frente, um bebê de olhos arregalados parece não entender nada e estar pensando: "quem é essa louca falando sem parar?" Bom, ele pode não estar entendendo nada mesmo. Ou pode até estar entediado com essa história sem pé nem cabeça.
Para melhorar a situação, você poderia estar segurando seu bebê no colo e mostrando para ele as imagens, sons e texturas de um livro feito mesmo para bebês. Mas de um jeito ou de outro, o que importa é que você está introduzindo seu filho no mundo dos livros e dando o primeiro passo para ele se tornar um leitor.
Sim, porque o bebê pode até não entender nada da história, mas está ouvindo palavras – o que por si só já é um grande passo para o desenvolvimento da linguagem daqui alguns meses. Além disso, você o está familiarizando com esse objeto – o livro – e mostrando quantas coisas tem dentro desse novo “brinquedo”. Outro ponto importante é se aproximar do seu bebê. Com ele no colo, ouvindo as histórias, ele sente seu cheirinho, abraça, cria um vínculo forte de carinho e calma, que nem sempre está presente nas brincadeiras.
Não tem idade para começar a ler para um bebê. Você pode começar desde a gravidez. A partir dos 6 meses de gestação, o bebê já pode ouvir o que a mãe diz. Um estudo publicado na revista Science em 1986 mostrou que os recém-nascidos preferiam as histórias que eram contadas pelas mães, antes deles nascerem, do que histórias que nunca tinham ouvido. Mesmo de dentro da barriga, pesquisas conseguiram avaliar o interesse dos bebês pela fala da mãe por meio dos batimentos cardíacos. A mesma frase ou a mesma rima repetida várias vezes fazia a taxa de batimentos deles desacelerarem, o que indica atenção – eles paravam de se mexer para ouvir.
Fala de mãe
Depois que se tornou mãe, você adotou um padrão de fala com o bebê bem mais alto que o comum e com sílabas mais longas. Parece ridículo, mas isso é instintivo e faz bem para o seu bebê. A “Fala Materna” o ajuda a escutar melhor, graças ao volume mais alto e palavras ditas mais lentamente, com destaque para as vogais.
A modulação de voz faz com que a criança preste mais atenção numa história contada. Imitar os personagens, fazer os sons dos animais, interpretar a narração faz tudo ficar mais interessante, claro. Mas depende também do seu objetivo. Se você está lendo uma historinha na hora de dormir, uma voz baixa e calma é a melhor opção. “A leitura pode ser antes da hora de dormir, para relaxar, ou na hora da brincadeira, com uma história mais agitada”, explica Sonia Jardim, mãe de Joanna e Antonia, e presidente do Instituto Pró-Livro. “A voz suave, os sorrisos, a cumplicidade entre leitor e ouvinte são importantes”, completa.
Quando o bebê não mostra interesse, além das vozes e sons, é importante usar as imagens. Existem muitos livros bons para bebês, com ilustrações grandes e coloridas, texturas, pop-ups. Não tenha medo que seu filho rasge as páginas ou morda o livro – este tem que ser encarado também como um brinquedo.  Existem também as opções em plástico, para o banho, ou em tecido, que podem ser virados e revirados sem estragar. Ele deve fazer parte do mundo da criança de forma natural. “O livro nessa idade é um dos objetos a ser lido”, acredita Ivani Nacked, mãe de Rafaela, diretora geral do Instituto Brasil Leitor.
Outra forma de atrair as crianças para as histórias é cantando, usando rimas e travalínguas. Elas trabalham o ritmo e cultivam a cultura oral, daquelas canções que aprendemos com nossos pais e avós. “As cantigas tradicionais são histórias, como a do cravo que brigou com a rosa. A cantiga também é uma narrativa”, explica Tania Rosing, mãe de Cassiano e Ilana, e autora do livro Bebelendo (Ed. Global).
Talvez você esteja mais acostumado a inventar histórias. Deixar a imaginação solta para criar personagens e narrar ao filho, mudando o rumo conforme seu interesse. Isso também é ótimo, mas as linguagens da história inventada e do livro são bem diferentes. “Num livro, o Ziraldo escreveu ‘o vento ventava nela’. Se você for dizer, vai dizer que o vento bate na janela. Quando você conta, coloca a linguagem falada, cheia de desvios. Faz sentido que a criança se acostume a ouvir a frase já com uma outra finalidade, que é diferente do que ela fala todos os dias”, explica Tania.

terça-feira, agosto 28, 2012

Terça!

E ai como foi a tua terça?
Delicia... Cheia de ideias, sonhos, calor e muita força de vontade. A minha foi assim. Queria muito poder fazer tudo que eu amo e quero, porem nem tudo são flores né.
Segunda fiz uma coisinha deliciosa: Hei! não pense besteira, apenas comprei um livro que fala de besteiras. É um dos livros mais vendidos da época e um dos mais falado na bienal do livro que foi esse mês de Agosto que ta quase acabando. O nome do livro é "Cinquenta tons de cinza". É uma trilogia, então vai ter continuação. To amando ler, envolvente! Parece que ta passando o livro na minha cabeça. Consigo ver personagens, rosto e lugares. Tava me fazendo falta viajar nesses mundo literário que eu particularmente, amo! Quer começar a ler: Leia! Livros infanto-juvenil. São fáceis, com histórias gostosas e muito emocionante. Pois é.
Preciso pensar em matérias interessantes para escrever aqui no blog. Dicas de livros, filmes, roupas, make'up, viagem, carreira. Vou escrever e depois vou publicando devagar.
A minha vida ta começando a entrar no eixo, pois a rotina vai se estabelecendo e você vai encaixando as coisas que quer fazer.
Nada de morrer para vida só porque teve um filho. Ler e se preparar para ele com suas duvidas é o melhor a fazer.

Bejinhos, depois eu escrevo mais!

Polineuropatia

 Acho que preciso escrever sobre essa doença que vem dilacerando uma vida inteira. Não tenho autorização de falar dele, mas tenho autorizaçã...